VORTÁR PÁRA ATRÁIS
VORTÁR PÁRA A PÁJINA PRINCIPÁL


UM FIM-DE SEMANA NA IDADE MÉDIA
Ô IDADEZINHA, SÔ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Essa é a famosa Cadeira do Papai, da Idade Média. Muito em voga por toda a Europa desde o século XII, dava uma sensação de descanso, após algumas horas sentado nela. Há 1606 pinos massageadores, que colocavam as costas e a BUNDAS do caboclo em dia. Os pais que tinham o privilégio de sentar-se numa belezoca dessas ficavam em paz com os papas, padres e com a Santa Inquisição. Os algozes, quer dizer, os massagistas, diziam:
— Descanse em paz, papai. Quando você acordar, estará quase no céu... Eram vendidas em grandes magazines dos burgos, em tribunais do Santo Ofício e nas masmorras dos castelos. Esta já tem dono: é do presidente de um país da América do Sul que, dizem, não tem mais jeito. O presidente, não o país.
O mais cruel instrumento de tortura de todos os tempos, o que causou mais dores e aflições aos condenados, foi a denominada " Mesa de marcação por meio de pressão", a famosa IMPRENSA, que um tal de Johann Gutemberg criou lá pelo ano de 1460, depois de perder sua oficina para o John Fust, que o fustigou — daí a origem do significado do verbo — por anos com as promissórias de uma antiga dívida. Nesta mesa, foram gravadas em papel as melhores — e piores — idéias que o homem já teve. Os que foram por esta terrível máquina torturados, confessaram que tiveram dores de consciência horrorosas, caíram no ostracismo, não dormiam muito bem e, muitas vezes, tiveram de sumir por uns tempinhos.
Este instrumento de tortura é denominado "CÓCEGAS ESPANHOLAS", que tirava o couro do condenado. Tem o mesmo efeito da alta do dólar, dos combustíveis, da inflação.

Este é o terrível "DESPERTADOR", ou "Berço de Judas", que provocava dores agudas no ânus do réu, que chegava a desmaiar. Quando isto acontecia, acordavam-no e começavam tudo de novo. Mais ou menos igual ao começo e fim de mês do brasileiro.

Na "Gaiola", o condenado era preso por fitas de ferro que impediam seus movimentos. Então, era elevado a boa altura e ali ficava à mercê dos efeitos do sol, da chuva, da neve e da fúria dos passantes, até morrer à míngua. É mais ou menos igual ao suplício diário dos nossos mendigos, índios e moradores de rua.

A “Pera Vaginal” era um castigo atroz infligido às mães solteiras e às esposas infiéis. Metiam o instrumento na mulher e giravam uma espécie de rosca. As “ pétalas” então se abriam e causavam ferimentos indeléveis. Para este instrumento não “cabem” piadinhas.
Este é o terrível suplício SERRA (não, não é o governador). Os carrascos cortavam o cara ao meio, que não morria antes de ter algum órgão vital rompido. Àquela época, produção independente também era passível de punição, só que muito mais dura que meia dúzia de palavras de ministro em rede de televisão.
Na CADEIRA INVERTIDA, o condenado era dependurado pelos pés e via o mundo ao contrário. Deixavam-no ali até enlouquecer, devido à incômoda posição. Hoje, os juros dos créditos pessoais e cheques especiais proporcionam suplício semelhante.

Alguns hindus praticam a ascese deitando-se sobre uma cama de pregos. São os famosos faquires. Como não se deitam sobre facas, achamos por bem aportuguesarmos a palavra e denominá-los "preguires".