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UM FIM-DE
SEMANA NA IDADE MÉDIA
Ô IDADEZINHA, SÔ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! |
Essa
é a famosa Cadeira do Papai, da Idade Média. Muito em voga por toda
a Europa desde o século XII, dava uma sensação de descanso, após algumas
horas sentado nela. Há 1606 pinos massageadores, que colocavam as costas
e a BUNDAS do caboclo em dia. Os pais que tinham o privilégio de sentar-se
numa belezoca dessas ficavam em paz com os papas, padres e com a Santa Inquisição.
Os algozes, quer dizer, os massagistas, diziam: Descanse em paz, papai. Quando você acordar, estará quase no céu... Eram vendidas em grandes magazines dos burgos, em tribunais do Santo Ofício e nas masmorras dos castelos. Esta já tem dono: é do presidente de um país da América do Sul que, dizem, não tem mais jeito. O presidente, não o país. |
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Este instrumento de
tortura é denominado "CÓCEGAS ESPANHOLAS", que tirava o couro do
condenado. Tem o mesmo efeito da alta do dólar, dos combustíveis, da inflação. |
Este é o terrível "DESPERTADOR", ou "Berço de Judas", que provocava dores agudas no ânus do réu, que chegava a desmaiar. Quando isto acontecia, acordavam-no e começavam tudo de novo. Mais ou menos igual ao começo e fim de mês do brasileiro. |
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A “Pera Vaginal” era um castigo atroz infligido às mães solteiras e às esposas infiéis. Metiam o instrumento na mulher e giravam uma espécie de rosca. As “ pétalas” então se abriam e causavam ferimentos indeléveis. Para este instrumento não “cabem” piadinhas. |
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Este é o terrível suplício SERRA (não,
não é o governador). Os carrascos cortavam o cara ao meio,
que não morria antes de ter algum órgão vital rompido.
Àquela época, produção independente também
era passível de punição, só que muito mais dura
que meia dúzia de palavras de ministro em rede de televisão. |
![]() Na CADEIRA INVERTIDA, o condenado era dependurado pelos pés e via o mundo ao contrário. Deixavam-no ali até enlouquecer, devido à incômoda posição. Hoje, os juros dos créditos pessoais e cheques especiais proporcionam suplício semelhante. |
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![]() Alguns hindus praticam a ascese deitando-se sobre uma cama de pregos. São os famosos faquires. Como não se deitam sobre facas, achamos por bem aportuguesarmos a palavra e denominá-los "preguires". |
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